Para fazer o Enem 2026, nos dias 8 e 15 de novembro de 2026, o participante precisa apresentar documento oficial de identificação, original e com foto, emitido por órgão brasileiro, conforme o Edital nº 64, de 21 de maio de 2026, do Inep. Documentos como boletim de ocorrência, protocolo, certidão de nascimento ou cópia, mesmo autenticada, não são aceitos. Quem perde o documento ou é vítima de roubo na véspera precisa agir rápido para conseguir um documento válido a tempo da prova.
Documentos aceitos no Enem 2026
Para o participante brasileiro, o edital considera válidos os seguintes documentos originais com foto:
- Cédula de identidade (RG) expedida por Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícia Militar e Polícia Federal.
- Carteira de identidade profissional emitida por ordem ou conselho de classe com validade legal como documento de identidade.
- Passaporte.
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no modelo atual.
- Carteira de Trabalho e Previdência Social emitida após 27 de janeiro de 1997.
- Carteira de Identidade Nacional (CIN).
- Documentos digitais com foto (e-Título, CNH e CIN) apresentados nos aplicativos oficiais ou no aplicativo Gov.br.
O que não é aceito
O edital lista expressamente documentos que não valem para identificação, entre eles boletim de ocorrência, protocolos, Certificado de Reservista, certidão de nascimento, certidão de casamento, título eleitoral em versão impressa, carteira de estudante, crachás e identidade funcional, além de cópias de documentos válidos, mesmo que autenticadas. Documentos digitais que não sejam os citados no edital, ou apresentados fora dos aplicativos oficiais, também não são aceitos.
O que fazer em caso de perda ou roubo na véspera
Se o documento for perdido, extraviado ou roubado nos dias que antecedem a prova, o participante deve providenciar com urgência a segunda via de um documento oficial com foto que seja aceito, procurando o órgão emissor. Uma alternativa prática é usar um documento digital válido, como e-Título, CNH ou CIN, no aplicativo oficial ou no Gov.br, caso o participante já tenha acesso a ele. O boletim de ocorrência, por si só, não permite a entrada na sala.
O edital prevê ainda que o participante que apresentar documento original danificado, ilegível ou com fisionomia que não permita a identificação possa fazer a prova, desde que se submeta à identificação especial, que inclui coleta de dados pessoais e captura de foto do rosto e do documento. Já quem não tiver nenhum documento válido não pode permanecer no local de prova.
Como se preparar
A recomendação é separar o documento com antecedência, conferir se a foto permite o reconhecimento e, se possível, deixar um documento digital válido já configurado no celular, com login no Gov.br funcionando. As regras completas de identificação estão no edital publicado pelo Inep em gov.br/inep/enem. O local de prova aparece no Cartão de Confirmação da Inscrição, em enem.inep.gov.br/participante.
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Perguntas frequentes
Posso fazer o Enem com boletim de ocorrência?
Não. O boletim de ocorrência está na lista de documentos não aceitos pelo edital. É preciso apresentar documento oficial original com foto, como RG, CNH, passaporte, CIN ou um documento digital válido no aplicativo oficial.
Documento digital no celular vale?
Sim, desde que seja e-Título, CNH ou CIN, apresentados nos respectivos aplicativos oficiais ou no aplicativo Gov.br. O Inep alerta que não se responsabiliza por falhas técnicas que impeçam a exibição do documento digital no dia.
E se meu documento estiver danificado?
O participante com documento original danificado ou ilegível pode fazer a prova desde que se submeta à identificação especial, com coleta de dados pessoais e captura de foto do rosto e do documento, conforme o edital.
Posso usar cópia autenticada?
Não. O edital não aceita cópias de documentos válidos, mesmo autenticadas. Apenas o documento original com foto é aceito.
Um plano B montado na véspera
O documento é o item mais insubstituível do dia de prova, e também o mais fácil de deixar para a última hora. Montar um plano B simples, deixando um documento físico separado e um documento digital válido já carregado no celular, reduz o risco de um imprevisto bobo custar o exame inteiro. Em caso de furto ou perda, o movimento certo é correr atrás da segunda via ou do documento digital, não confiar que o boletim de ocorrência resolverá na porta da sala, porque ele não resolve.